6/17/2009

Um esclarecimento impõe-se!

Ao contrário de rumores e comentários nas caixas das postadas deste blog, o [meu] amor não será estudado como patologia clínica!

E, do mesmo modo que já afirmei preferir um bom astrólogo a um mau psicólogo, o inverso também será verdade. Não contem, portanto, comigo para uma qualquer satanização desta classe profissional já tão achincalhada por stand up comendians e outros que tais!

Na realidade, o que me foi proposto - e por mim aceite - foi um estudo relacional entre funções cognitivas disfuncionais e o potencial desenvolvimento de psicoses. Por respeito à verdade, não posso deixar de frisar como, os prometidos 20€ pagos por hora de exposição minha como case study, jogaram um papel não desprezável no meu súbito e voluntário impulso para auxiliar a ciência segura...

De qualquer modo, o quadro que me foi apresentado é o seguinte:

Por um lado o meu Q.I. foi avaliado em 134; por outro, sou incapaz de memorizar uma sequência de 4 números! Se assim não fosse, talvez tivesse mais uns grãozinhos no Q.I., uns parafusos na cabeça e o nº de tlm da Inês memorizado...

Atalhando! A interrogação científica que colocam é a de saber se haverá relação entre uma pessoa que apresenta um tal "desvio padrão" da média cognitiva e o desenvolvimento de patologias várias.

É claro! Não posso deixar de pensar como, pelos vistos, "Pedro procura Inês" será encarado como a potencial manifestação prática duma destas psicoses obsessivas de que tanto se fala na vida moderna. Mas, deixando de lado certos preconceitos esotéricos meus, forçado serei a concluir que, se assim for, sempre me irão ajudar, não é?

2 comentários:

Rute disse...

LOL! Não sei se te irão ajudar ou se haverá ajuda possível.

Any way és "maluquinho" o suficiente para ainda ocupares essa rapaziada durante alguns meses com todo o tipo de testes e experiências e sacares o guito prometido...

Por acaso não aceitarão mais voluntários? Como é que uma pessoa se inscreve?

Anónimo disse...

Mas está tudo louco ou quê? Isto ainda é um blog de literatura, não é?