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6/14/2010

história da Astrologia 4

A astrologia começa apenas a declinar a partir de meados do século XVII, quando novas descobertas científicas desenvolvem as concepções materialistas e racionalistas. O filósofo Descarte prefigurou no seu Discurso do Método o desaparecimento das ciências tradicionais, qualificadas de “superstições”; o estadista Colbert – famoso ministro francês – criou a Academia das Ciências erradicando a astrologia das Universidades; nas bibliotecas os volumes consagrados à arte astrológica vão sendo progressivamente retirados.

Se é certo que a Contra-reforma católica endureceu a posição da Igreja de Roma contra a astrologia e que, do lado protestante, Calvino, por exemplo, não hesitou em queimar vários astrólogos em Genebra, foi indubitavelmente o avanço do chamado espírito do século das luzes (o séc. XVIII) que quase apagou a simbologia dos céus. Houve excepções, como a do astrónomo inglês Flamstead, fundador do observatório de Greenwich, e que levantou minuciosamente o horóscopo do momento mais favorável para a sua edificação. Porém, as elites intelectuais políticas e sociais da Europa passaram a encarar a astrologia com o maior cepticismo e desdém.

Esta situação manteve-se durante muito tempo. À excepção de certos círculos ocultistas, e algumas sociedades secretas, a Astrologia esteve fora de moda nos séc. XVIII e XIX que foram os séculos, por excelência, do triunfo da razão materialista e da ciência positivista.

Porém, o século XX veio trazer um novo fôlego a esta arte milenar por três importantes motivos:

Primeiro, porque foi um século de guerras, revoluções, catástrofes das mais variadas que abalaram a confiança e o optimismo dos homens duma evolução futura linear assegurada pelo contínuo avanço da ciência. Quem não se lembra – ainda – da utopia científica que prometia assegurar aos homens um futuro de bem-estar e lazer pela substituição progressiva do trabalho humano pelo labor das máquinas? Numa época em que nos é pedido que trabalhemos mais depressa e por mais tempo, todas essas promessas parecem um sonho longínquo. A incerteza nos tempos vindouros sempre traz consigo o renascimento do sentimento místico e religioso nos homens que tentam antecipar o futuro através da crença.

Depois porque o retrocesso, o recuo, das religiões tradicionais – pelo menos no mundo ocidental – abriram espaço para novas formas de espiritualidade.

Finalmente, porque um senhor francês que dava pelo nome artístico de “fakir birman” teve, poucos anos antes da IIª Guerra Mundial, a ideia genial de publicar os seus horóscopos quotidianos, preparados para os nativos de cada um dos signos do Zodíaco (para Carneiro, Touro, Gémeos, etc.) num jornal parisiense de grande tiragem. O sucesso foi estrondoso e, dentro em breve, o mesmo método era aplicado por inúmeros seguidores na imprensa escrita de todo o mundo. Uma espécie, portanto, de Sodoku avant la lettre. E desta forma, apesar do crescente sucesso de revistas e livros especializados, cursos e escolas especialmente vocacionados ao estudo da arte astrológica, foi assim que esta saltou dos pequenos círculos a que estava circunscrita no início do séc. XX para ganhar um cunho e uma popularidade de massas… uma vez mais!

6/07/2010

História da Astrologia 3


Este reinado absoluto terminou – como referido – com o triunfo do cristianismo. Duas causas tornavam a astrologia e o cristianismo irreconciliáveis. Uma era a herança pagã da astrologia, perceptível no léxico desta arte: quando se pretendia converter os homens à crença no Pai, Filho e Espírito Santo, era difícil tolerar uma arte que se exprimia através de Júpiter, Marte, Vénus, etc. Por outro lado, o determinismo astrológico entrava em rota de colisão frontal com o princípio do livre–arbítrio cristão.

É certo que – se pensarmos bem – a igreja durante muito tempo apenas concedeu a fiéis e não fiéis a liberdade de acreditarem na sua doutrina, condenando tanta e tanta gente à fogueira. Porém, elemento fundamental e fundador – mesmo – do cristianismo é o conceito de escolha que reside no homem, pois em função das escolhas morais que fizer, o homem será castigado ou recompensado por Deus. Ora se o temperamento, as acções e o destino do homem fossem determinados pelo posicionamento dos astros como propunha a astrologia, a responsabilidade do Homem pelas suas escolhas e pelos seus actos tornava-se nula.

Não é, pois, de estranhar que as condenações se tenham sucedido: O Concílio de Laodiceia em 365 proibiu o clero cristão de praticar a astrologia. Em 425, diversos decretos religiosos comparam os astrólogos aos heréticos. Em 572, no Concílio de Braga, pronuncia-se o anátema contra os que utilizam a astrologia, decretando “se alguém crê dever fazer fé na astrologia ou na adivinhação, seja excomungado”.

Todavia, apesar das condenações, na prática, a astrologia não deixou de ser exercida na Europa cristã. Até porque vários homens da igreja (bispos e até um ou outro Papa…) a praticavam, decorrendo daí que os astrólogos medievais raramente foram inquietados, salvo quando entraram abertamente nas práticas mágicas e hereges.


São Tomás de Aquino escreveu, a propósito da astrologia o seguinte: “os corpos celestes exercem sobre os corpos humanos uma acção directamente e por si próprios (…) mas só agem indirectamente e por acidente sobre as forças da alma que os órgãos corporais animam”.

Através desta passagem, podemos ler como os homens da Igreja acabaram por aceitar a influência dos astros sobre os destinos do homem, desde que, apesar de tudo, estes conservassem a essência do seu livre arbítrio.

Resgatando a cultura da antiguidade clássica, o Renascimento trouxe um novo impulso à arte astrológica. Nem mesmo a revolução de Coperniquiana que destruiu a concepção geocêntrica segundo a qual, a Terra era o centro do Universo, abalou os alicerces ou prestígio da astrologia. De resto, Copérnico, tal como Giordano Bruno, Tycho-Brahé ou Kepler foram simultaneamente grandes astrónomos e… astrólogos. A excepção foi, sem dúvida, Galileu. Não porque este não acreditasse na adivinhação astral, pois chegou a levantar inúmeros temas, Mas este grande astrónomo, foi um fraquíssimo astrólogo, pois sabe-se que, tendo elaborado o horóscopo do seu protector e mecenas – O grão-duque da Toscânia –, pressagiou-lhe uma vida longa, vindo, porém, a alta personagem a morrer passadas umas semanas…

Ao contrário do que se poderia supor, a grande maioria dos intelectuais renascentistas que seriam os percursores do livre-pensamento não se opunham, antes pelo contrário, à astrologia. A esmagadora maioria das críticas que se levantava, tinha subjacente preconceitos religiosos e não tanto uma raiz científica. A ideia de que os homens estariam ligados ao todo universal não poderia deixar de apelar e seduzir os espíritos renascentistas que punham, precisamente, o homem no centro das coisas, do mundo e da vida.

6/06/2010

História da Astrologia 2

Na Grécia, a astrologia como tantas outras manifestações do espírito humano foi profundamente revolucionada. A astrologia – que era uma religião oriental – trazida para a Grécia, nação de filósofos e pensadores, tomou ali o aspecto de uma ciência. Assimilando com grande facilidade as suas próprias divindades aos deuses planetários dos povos da Mesopotâmia, iriam desenvolver consideravelmente a precisão dos cálculos, retirando da astronomia princípios, medidas, especulações aritméticas e geométricas, partindo já não da superstição religiosa, mas de um pensamento “racionalizante”.

No seu conjunto, pode-se dizer que os princípios astrológicos dos gregos já se revelavam semelhantes aos da astrologia tal como a conhecemos nos nossos dias; desde a influência dos signos do Zodíaco, à teoria das Casas, sobre os Aspectos “bons” ou “maus”, ou mesmo sobre as técnicas (trânsitos, direcções) que permitem a predição do futuro baseadas no tema nata - Mapa Astral - individual e que ainda hoje - sublinho – se utilizam.

Precisamente, não abdicando de tentar previsões colectivas, à escala geral, os astrólogos gregos esforçaram-se por estudar o papel dos astros no comportamento e destino dos homens – não somente sobre os reis – através dos horóscopos individuais. De alguma forma, pode-se dizer que foi como se a concepção cidadã do homem também se alargasse ao campo da astrologia, laicizando-a.

Após a conquista romana, a astrologia grega, espalha-se por toda a bacia do Mediterrâneo e pela Europa Ocidental adoptando, é certo, o panteão latino para crismar os Planetas (Mercúrio, Marte, etc.). É interessante notar que o maior astrólogo do Império Romano foi um grego que viveu em Alexandria e que dava pelo nome de Ptlomeu – isso mesmo, o astrónomo, matemático e geógrafo cujo pensamento dominou a Europa por mais de 1000 anos.

Atrever-me-ia a afirmar que nunca como então a astrologia foi tão popular e prestigiada. Prova disso foi o grande papel político que desempenhou desde os últimos dias da República até ao advento do cristianismo no fim do império. Júlio César, não obstante algum cepticismo, não se coibia de efectuar consultas de predição relacionadas com o seu futuro. Octávio, seu sobrinho e filho adoptivo, apoia-se nas estrelas para assegurar a sua legitimação, Sétimo Severo – imperador – mandou esculpir nos muros e paredes do seu palácio o seu Mapa Astral – mas cada um com o seu Ascendente diferente, a fim de que ninguém pudesse usar essa informação contra ele…

Os astrólogos exerceram grande influência sobre as grandes personagens, tornando-se numa espécie de conselheiros políticos. Mas foi a astrologia um fenómeno que atravessou todas as camadas sociais, desde feiras e mercados até ao cenário da corte, sendo utilizada como ferramenta para avaliação dos possíveis herdeiros do trono, para apuramento do melhor momento para iniciar a construção de um edifício, uma campanha militar, para casar, ou simplesmente deitar sementes à terra.

Este reinado absoluto terminou com o triunfo do cristianismo.

6/05/2010

História da Astrologia


O sistema astrológico "Ocidental" é aquele que emergiu dos antigos caldeus – povo que habitou aquilo que hoje chamamos de Iraque e no qual, quando Washington ou Londres eram apenas mato, construíam-se já edifícios que serviam os propósitos de culto religioso e de observação astronómica.


Esta arte astrológica que nos chegou através dos gregos e romanos forjou duas inegáveis vantagens sobre outros sistemas de interpretação e adivinhação:


a) Antes de mais nada baseava-se no movimento (que hoje sabemos aparente) do Sol. Ao invés de, como noutras partes do mundo, se fundar nos ciclos lunares – sem menosprezo para a importância astronómica, mas sobretudo astrológica da Lua -, escolheu, ao invés, a estrela solar como centro do seu sistema conceptual. E não é o Sol o centro do… sistema solar?


b) Depois, sobretudo com a depuração da antiguidade grega, conseguiu estabelecer uma fronteira clara com a “magia” ou outras técnicas divinatórias. É verdade que, bastante amiúde ao longo da história, astrólogos e magos eram uma e a mesma pessoa, mas ao contrário do acto mágico” que pressupunha a possibilidade agir sobre as forças ocultas do universo, alterando o futuro; a astrologia propunha o conhecimento de um futuro não alterável, um porvir à priori determinado pela posição dos astros.


Seja como for, independentemente do sistema astrológico adoptado (chinês, maia, indiano ou ocidental), é notável verificar que a astrologia foi, ao longo dos séculos, capaz de coexistir com as mais diferentes crenças religiosas e – até – de seduzir os mais recalcitrantes ateus.


Porque se é verdade que a astrologia começou por ser uma manifestação religiosa, acabou por se transformar – sobretudo – numa arte, assente no postulado filosófico segundo o qual existe uma completa solidariedade entre todas as partes do Universo, havendo constante interacção entre a Terra e os Céus, entre o particular e o universal.


Surgida cerca de 4000 anos antes de Cristo, a astrologia era na Mesopotâmia conhecimento privilegiado de uma casta sacerdotal que a pôs ao serviço dos soberanos e da aristocracia. No cimo de torres de sete andares – em analogia com os 7 Planetas visíveis a olho nu - e chamadas de Ziggourat, observavam com precisão o movimento dos astros nos céus. E não se pode negar que tenham alcançado grande mestria nos seus cálculos matemáticos pois foram capazes de prever eclipses solares e lunares. De resto, as divisões comuns do calendário ocidental como os meses, dias, semanas e horas foram então elaborados.


O papel central estava reservado ao sol, personalizado num Deus; mas os demais planetas eram também divinizados, pois se as estrelas eram fixas, algumas entre elas, pareciam-se deslocar-se. E que outra coisa poderiam ser os astros que aportavam a luz dos céus a terra, senão como símbolos ou mesmo a materialização dos Deuses aos olhos dos nossos remotos antepassados?


As figuras que os homens, então, viam nas constelações – sobretudo nas constelações do Zodíaco - , surgiam como símbolos espelhando as suas convicções religiosas. Essa mitologia não era associada aos céus de forma arbitrária, mas já como resultado da observação que a passagem do Sol, da Lua e dos Planetas produzia na Terra e nos homens.


Nesse tempo, existia uma astrologia praticamente consagrada à predição dos acontecimentos colectivos como o demonstram, por exemplo, as descobertas arqueológicas da cidade mesopotâmica de Ninive e donde cito a seguinte tabuinha de argila:


“Mercúrio é visível. Quando Mercúrio é visível no mês de Kislou, há ladrões no país. Se uma auréola rodeia a Lua e Júpiter se encontra no seu interior, o rei da Acádia será cercado – e os animais perecerão nos campos”.

5/09/2010

Signo Gémeos e o amor

Marilyn Monroe: nativa do signo Gémeos


Como são os Gémeos no amor? Simples! É tudo a dobrar: namorados, casamentos, filhos. 2 x 2= a Gémeos. Signo Mutável do Elemento Ar, regido por Mercúrio. Os seus nativos são inquietos, curiosos e dúplices. Têm asas e permanentemente se convencem de que do outro lado da colina, o prado é mais verde. E vai daí, saltam a cerca!

3/25/2010

Irrequietos, impulsivos, irascíveis:
Os nativos de Marte fazem jus aos atributos do Deus da Guerra.
Van Gogh não foi excepção.
No amor, Fogo alimenta com Fogo: Carneiro, Leão, Sagitário.
Também se exalta com Ar: Gémeos, Balança, Aquário.
Carneiros marram, depois pensam;
Há uma orelha que o prova!

3/23/2010

a mulher Carneiro e o amor

Billie Holiday

Costumavam dizer que a Billie conseguia pôr mais sentimento num refrão do que qualquer escritor russo o faria num drama em três actos... E quem já teve oportunidade de escutar as suas gravações pode confirmá-lo!
Billie Holiday era nativa do Signo Carneiro e, como é tão típico nos filhos e filhas do Deus da Guerra Marte, viveu ao máximo a sua vida, sempre de modo impulsivo e vertiginoso. Também no amor não o fez de modo diverso! Com efeito, a sua vida amorosa foi uma luta constante de conquista em sedução, numa espiral violenta de paixões autodestrutivas e amores impossíveis ou fracassados.
Entupida em comprimidos, álcool e drogas, morreu prematuramente, calando-se a voz mais carismática do jazz, blues e standards americanos.

3/16/2010

Surgida cerca de 4000 anos antes de Cristo, a astrologia era na Mesopotâmia conhecimento privilegiado de uma casta sacerdotal que a pôs ao serviço dos soberanos e da aristocracia. No cimo de torres de sete andares – em analogia com os 7 Planetas visíveis a olho nu - e chamadas de Ziggourat, observavam com precisão o movimento dos astros nos céus. E não se pode negar que tenham alcançado grande mestria nos seus cálculos matemáticos pois foram capazes de prever eclipses solares e lunares. De resto, as divisões comuns do calendário ocidental como os meses, dias, semanas e horas foram então elaborados.

O papel central estava reservado ao sol, personalizado num Deus; mas os demais planetas eram também divinizados, pois se as estrelas eram fixas, algumas entre elas, pareciam-se deslocar-se. E que outra coisa poderiam ser os astros que aportavam a luz dos céus a terra, senão como símbolos ou mesmo a materialização dos Deuses aos olhos dos nossos remotos antepassados?

As figuras que os homens, então, viam nas constelações – sobretudo nas constelações do Zodíaco - , surgiam como símbolos espelhando as suas convicções religiosas. Essa mitologia não era associada aos céus de forma arbitrária, mas já como resultado da observação que a passagem do Sol, da Lua e dos Planetas produzia na Terra e nos homens.

Nesse tempo, existia uma astrologia praticamente consagrada à predição dos acontecimentos colectivos como o demonstram, por exemplo, as descobertas arqueológicas da cidade mesopotâmica de Ninive e donde cito a seguinte tabuinha de argila:

“Mercúrio é visível. Quando Mercúrio é visível no mês de Kislou, há ladrões no país. Se uma auréola rodeia a Lua e Júpiter se encontra no seu interior, o rei da Acádia será cercado – e os animais perecerão nos campos”

3/10/2010

Elemento Água: Caranguejo, Escorpião e Peixes

A predominância deste elemento faz do indivíduo um ser sensível, imaginativo e receptivo. A sua acção está mais focalizada na área das emoções e dos sentimentos, o que acentua aspectos de vida interior profunda. Quando está harmonizado com as dimensões mais subtis da vida, consegue ser bastante intuitivo e sensitivo. Caso contrário, não conseguindo entrar em empatia com as pessoas ou ambientes, poderá ficar instável e susceptível às mais pequenas coisas. As pessoas com ênfase no elemento água são tendencialmente sonhadoras, não conseguindo, por vezes, atingir os seus objectivos, tornando-se pouco práticas e irresolutas. Possuem uma inclinação para emoções fortes, alguma tolerância, mas nunca a predisposição para assumir riscos. Em determinadas alturas, terá necessidade de ajudar e de se fundir emocionalmente com os outros, noutras, poderá vier a recolher-se no seu próprio mundo interior, devido à hipersensibilidade ou a medos irracionais despoletados a partir da mais ligeira ameaça externa.

Falta de Água num Mapa Astral

Quando há carência do Elemento Água, a pessoa pode ser pouco receptiva e perceptiva às necessidades dos outros. Pode também ser demasiado racional, o que lhe traz alguns problemas quando lida com o plano das emoções e dos sentimentos. Dificuldades em estar atento aos sinais do inconsciente para poder sentir, quer a sua voz interior, quer as correntes emocionais que constantemente giram à sua volta.

2/04/2010

O Homem Aquário e o amor

Wolfgang Mozart
Irreverente, imprevisível, inventivo. Universalista, revolucionário e fraternal. Aquário é um Signo do Elemento Ar: sociabilidade, comunicação e conhecimento. Ainda assim, a razoabilidade que seria de esperar dum Signo Aéreo acaba por ser deturpada pela sua irredutibilidade mental: um Aquariano dificilmente mudará de ideias e quase sempre se cristaliza nos ideais da juventude!
José Mourinho
Como o Aquário aspira à liberdade, aqui estará um nativo que dificilmente entrará nos círculos viciosos (e viciados) da possessividade e ciúme: o chamado "Amor Livre" terá, certamente, sido um conceito criado por um(a) Aquarian@! Aliás, fica uma dica: nunca o faça escolher entre si e os amigos dele... você poderá ficar a perder!

o meu amigo João Galamba

Na construção duma relação, dispensam perfeitamente papéis, compromissos formais ou alianças no dedo, o que não significa que não saibam ser constantes e devotados, tendo como único (possível) senão a necessidade Aquariana de descoberta e inovação constantes - e um nativo deste signo há-de querer experimentar (quase) tudo na vida. De resto - e generalizando... - as melhores compatibilidades zodiacais serão com outro Aquário (se a relação resistir aos primeiros 3 meses), Balança e Gémeos, bem como Carneiro, Leão e Sagitário.

1/28/2010

A mulher Aquário e o amor

Paris Hilton: nativa do Signo Aquário


A mulher aquariana, ao apaixonar-se reflectirá muito seriamente no seu estilo de vida livre e audaz, que não quererá alterar nem mesmo pelo homem que ama. Ela adora a sua independência e lutará ferozmente para conservá-la! Pode, portanto, simplesmente deixar-se envolver apenas numa série de ligações sexuais casuais ou em relações baseadas na amizade. Contundo, embarcando num relacionamento permanente, será uma parceira constante e fiel, ainda que, por vezes, possa aparentar um certo desprendimento pessoal - mas aqui não há nada a fazer: é, objectivamente, um dos traços de de personalidade mais característicos das nativas de Aquário. Excentricidade, vanguardismo e rebeldia também fazem parte do cardápio!Quem amar uma mulher aquário deve respeitar as suas idiossincrasias altamente individualistas. Se assim for, será certamente feliz.

1/19/2010

A mulher Capricórnio e o amor

Joana D'Arc: nativa do Capricórnio


Os nativos de Capricórnio costumam levar a vida suficientemente a sério e quando uma mulher deste signo se descobre apaixonada não deixará de reflectir sobre as implicações e objectivos futuros. A mulher Capricórnio poderá não ser muito faladora, mas quando falar, falo-à com sinceridade. Com um espírito frio e claro (muitas vezes tomado como calculista), esta mulher não será o arquétipo do romantismo, mas revelar-se-à incansável na perseguição das metas e objectivos do casal. A nativa deste Signo deve combater uma certa propensão para o pessimismo e a aprender a relaxar, de modo a poder entregar-se plenamente, tanto nos planos físico como emocional. Como parece claro, por norma, a Capricorniana não se encontra entre as amantes mais apaixonadas e, também por isso, tendem e prezam a fidelidade: são mulheres com quem - e com as suas idiossincrasias - se pode contar. Se quiser um relacionamento sério, adulto e vagamente chato, já sabe...

12/15/2009

o Homem Sagitário e o amor

Como sugere o centauro apontando a flecha para os céus, símbolo do Sagitário, o nativo deste signo é um caçador e não quererá perder um minuto se encontra uma "presa" do seu agrado. Todavia, é mais provável que a convide para ir almoçar numa tasca do que num restaurante de luxo, dado o seu desprezo pelo convencionalismo e formalidade.

É possível que tenha mais do que uma relação ao mesmo tempo, porque geralmente não leva a sua vidaamorosa a sério, antes como um jogo. E o prémio? A conservação do seu sentido de independência, da sua necessidade absoluta de liberdade: eis um homem para quem não funcionará de todo cenas de ciúmes e aborrecimentos similares.

Embora o elemento físico seja importante para ele, o homem Sagitário não se sentirá realizado se não tiver a seu lado alguém que o acompanhe nas suas deambulações intelectuais e viagens sem rumo: a espontaneidade sempre foi uma das características do signo.

12/10/2009

A mulher Sagitário e o amor

Jane Fonda, actriz e nativa de Sagitário.
Causou polémica, nos Estados Unidos, pelo seu apoio ao Vietname.
Também conhecida por "Hánoi Jane"



A mulher sagitariana é enfrenta os desafios da sua vida de modo entusiástico, amor incluído. Infelizmente, o seu optimismo não conhece (por vezes) limites e estará, consequentemente, sujeita a apanhar a sua dose de desilusões amorosas. Ainda assim, com espírito de jogadora, não levará o amor ou o sexo demasiado a sério e, se a magoarem, não lhe custará passar rapidamente duma ligação a outra. Convém não esquecer que o centauro é o símbolo deste signo e que, à imagem, do seu arquétipo, a mulher sagitariana é uma caçadora!
A mulher Sagitário é ferozmente ávida da sua liberdade e a perspectiva do casamento ou maternidade costumam colocar-lhe problemas existenciais graves... Tarefas domésticas? Bah! Viagem à Índia!

11/21/2009

Astrologês

Caríssima Tatiana:

Bom... é por uma questão de escrúpulos que me torno prudente em relação a previsões. E ainda que este "serviço" que me propus fazer não seja, exactamente, uma brincadeira, também acaba por não ser o método mais correcto para fazer as coisas.

Posto isto, cabe dizer que se olhares para o teu mapa com a identificação dos símbolos presente (consultaAQUI), verás que tens Lua a 4,59º Caranguejo e Vénus a 28,03º Peixes. três fortes trânsitos actuarão sobre o teu mapa em 2010:

Plutão em trânsito oposto a Lua
Este trânsito já vem de 2009. Plutão é o mensageiro da transformação e tu tens a Lua posicionada na Casa 9 (Viagens, Crenças, Estudos Superiores). Isso estará relacionado com a tua decisão de voltar a estudar.

Saturno em trânsito cruza o Ascendente
O Ascendente representa a expressão mais visível de ti e Saturno relaciona-se com responsabilidades, provações, dificuldades, obstáculos a vencer, mas também o Tempo. É um planeta "aborrecido" mas é através da passagem do tempo e dos desafios enfrentados que amadurecemos. A partir do Outono de 2010 irás experimentar tudo isso de modo mais vivo. No teu Mapa, Saturno está situado na Casa 10 (carreira, vocação, lugar no mundo). Sentirás como se o tempo te apanhasse. Talvez o trabalho se torne mais duro... Creio que sabes que, a prazo, irás tentar transformar o teu percurso profissional e vir a fazer algo totalmente diferente do que tens feito até aqui. Nesse aspecto, as estrelas conspiram a teu favor mas não será fácil e terás de suportar os sacrifícios que a situação impõe.

Úrano em trânsito cruza Vênus em Conjunção
Finalmente, Úrano irá cruzar em trânsito 28º Peixes, onde tens Vénus. Úrano anuncia o choque, a revolução, o inesperado. Sua energia é fortíssima. Seguramente, a tua vida amorosa não será aborrecida nos próximos tempos.

De qualquer modo, não sou bruxo e a interpretação dum Mapa ou o presságio do futuro equivalem a uma necessária especulação sobre possibilidades. A astrologia não é matemática, mas o estudo dos astros permite balizar no tempo e nos âmbitos, processos destinados a suceder-nos. E reafirmo-o: "destinados". Mas sem perder de vista que a nossa resposta aos acontecimentos fadados não está pre-determinada.

Um adeus inesiano

11/19/2009

o Homem Escorpião e o Amor

Pablo Picasso: nativo do Signo Escorpião


O signo Escorpião é considerado como o mais sensualista do Zodíaco e os nativos deste signo, por norma, costumam fazer jus a este "título", não podendo restar dúvidas de que o Homem Escorpião é extremamente exigente dum ponto de vista sexual. Escorpião é um signo de água, de emoções e de emoções fixas, por vezes obsessivas.
O Homem Escorpião leva, demasiadas vezes, a sua vida amorosa demasiado a sério e, por vezes, a profundidade dos seus sentimentos pode subjugá-lo e às relações que mantém. O ciúme e a necessidade de domínio e controlo sobre o Outro são handicaps poderosos. Plutão - Deus dos Infernos - é o regente de Escorpião e, portanto... não se poderá estranhar que uma tal força e com tal capacidade destrutiva, seja por vezes mal utilizada...
Fidelidade e Intensidade são as palavras-chave tanto do Homem como da Mulher Escorpião. Nunca se esqueça disto, pois os escorpiões picam... e têm bastante veneno!

11/18/2009

Acontecimentos estruturantes, eventos dramáticos, encruzilhadas do destino, só raramente acontecem nas nossas vidas. Por vezes numa abordagem "preditiva"dum Mapa Astral, não é possível encontrar nada de significativo a ocorrer no futuro próximo dum indivíduo.

Claro que o "horóscopo" nas revistas é pura mentira! Sempre se publicam uma miríade de pequenos nadas a suceder ao longo da semana (ou mês, até ano) sem nenhuma base de sustentação nem outro objectivo senão o de... anunciar, e assim vender! Como se todos os nativos do signo Peixe estivessem destinados a ter disputas com os colegas de trabalho na próxima sexta-feira! Mas há astrólogos (padres da astrologia) que se prestam. Com as cartas do Tarot, não se passa diferente!

11/17/2009

Vamos aos treinos?

Quem queira previsões astrológicas para o amor em 2010,
envie a data, hora e local de nascimento

11/11/2009

Elemento Fogo


Os signos estão tradicionalmente divididos em grupos que interagem entre si e que se complementam. A primeira e mais interessante característica é a Elementar, também chamada de triplicidade, dos signos: fogo, ar, terra, água.

Signos do Fogo são Carneiro, Leão e Sagitário, caracterizando-se por:

Reacções fortes, emotivas, explosivas, imprevisíveis mas não duradouras. Existe neste elemento uma grande tendência para a irascibilidade, mas não implacável. O indivíduo marcado por este elemento é de uma grande autoconfiança, detesta os pormenores mais mesquinhos e dá muito pouca importância às regras de conduta. Pode, com facilidade, assumir um espírito de grandiosidade, tornar-se ambicioso e actuar de forma decisiva em função disso.

Tanto pode ter uma mente aberta e comportamentos de grande lealdade, como tornar-se orgulhoso, egoísta e egocêntrico. Os aspectos mais negativos no seu trato são a arrogância, o mau temperamento, a insolência e a temeridade. Também é extrovertido e, como tal, torna-se pouco prático. Possui grande determinação, boa capacidade de observação, espírito empreendedor e orgulho – por norma muito orgulho.

11/09/2009

A mulher Escorpião e o amor

Madame Curie, Nobel da física e da Química.
Nativa do signo Escorpião


A mulher nativa do signo Escorpião é conhecida pela intensidade emocional elevada com que vive a vida e, no amor, deseja o envolvimento total nas relações: é ciumenta e possessiva. Senhora dum olhar hipnótico e penetrante, a mulher Escorpião, parece não ter dificuldades em conseguir o que deseja. O Desejo está sempre latente nos nativos deste signo...

As forças e fraquezas da mulher (ou do homem) Escorpião resultam da influencia dos seus planetas regentes: Marte (Deus da Guerra) e Plutão (Deus dos Infernos)... No amor e na amizade, a mulher Escorpião é apaixonada, mas é-lhe difícil perdoar os erros dos parceiros. A crítica corrosiva e o ressentimento, são manifestações vulgares quando não se realiza sexualmente. Corajosa e leal, a mulher Escorpião deve contrariar as suas tendências mais negativas, para assim poder usufruir plenamente da vida.