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5/10/2010
5/09/2010
1/06/2010
11/07/2009
11/02/2009
A construção de poemas em puzzle ou como procurar a Inês em verso.
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Curtas do Terraço,
Instalações Poéticas
10/14/2009
Olhaste-me menina
Com teus olhares de gata,
Olhaste-me felina
Com olhos de quem mata.
Mataste-me dançando,
Os golpes eram passos,
Bailaste-me com laços
Que foram sufocando.
Caçada foi a presa
Mortífera Salomé:
Agindo qual tigreza
Com garras de ballet,
Perdeste-me a cabeça
Pautando-me a cadência
Da insana penitência.
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10/06/2009
SABUGAL - Beira Alta

Bom dia Sabugal!
A Inês que procuro, conheci-a há 10 anos. Com ela tive, por ela tenho, uma história de amor. Um amor grande, tão incodicional, que foi capaz de durar 10 anos, capaz de resistir a tudo.
Procuro-a porque não sei dela. Perdi-lhe o rasto: telefone, morada, local de trabalho, hábitos, tudo mudou nestes 3 anos em que nos separámos! O que por ela sentia esteve adormecido e latente ficou até ao dia em que nos cruzámos de raspão, quando no início de 2009 ficámos olhos nos olhos e os nossos corações falaram.
Inês é bonita e os seus olhos são como prados. Tem um cabelo de madeixas de mel e os seus lábios são carnudos como morangos. Não é alta nem baixa, é elegante e de curvas esguias. Dizem viver em Lisboa, mas foi vista, pela última vez, em Santa Apolónia.
10/04/2009
10/03/2009
9/10/2009
Penamacor

Loucura? Tanta seria a minha se te deixasse de te amar. Não sei se lês este blog ou se continuas a ignorar que te procuro... Sei que o "segredo" desta declaração de amor, a gazua para franquear o coração teu, não passa pelo nº de cartazes que sou capaz de afixar, mas durante quanto tempo serei capaz de o fazer...
Saí do programa da Tia Júlia e saquei do pêndulo... Loucura? Seja! Mas quis o destino que tomasse a direcção de Penamacor. Estou de férias... e não tenho melhores planos.
7/06/2009
tenho de fazer um balanço qualquer da minha vida...
6 meses a dar o corpo às balas
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6/28/2009
CONSTÂNCIA - 10 anos depois...

Foi precisamente há 10 anos que nos conhecemos em Tomar, num Festival Medieval... 10 anos depois, 5 meses após iniciar as minhas buscas por ti, voltei ao local do "crime": Percorri as mesmas terras, andei pelas mesmíssimas ruas, entrei nos cafés e acampei onde estivemos nós...
Desta vez, levei um cartaz apenas, pois se o porta-bagagem não ia cheio, minha cabeça outra coisa não transportou senão a recordação dos dias de Sol e Verão que conhecemos nós...
"Pedro procura Inês"... Deixei um, por descargo de consciência, a 100 metros, 10 anos depois, do camping onde, pela primeira vez, nos amámos nós!
Por onde andas, linda Inês, que não dás sinal de vida? Escreve-me! para saber se te encontras bem ou, pelo menos, escreve a dar-me a "tampa". Revela-te, esquilinho, que muito te procuro eu...
6/01/2009
BARRANCOS

Faria talvez mais sentido procurar-te no Barreiro do que em Barrancos... ou pelo menos, maiores (por curtas que fossem) seriam as hipóteses de te encontrar. Todavia, pareceu-me mais poético fiar-me no método do pêndulo do que no cálculo de probabilidades... Dessa forma, abri o mapa de Portugal e deixei que o movimento do pêndulo, guiado pela mão de Deus, escolhesse Destino. Uma loucura? Não menos supersticioso do que procurar-te, linda Inês.
5/28/2009
5/27/2009
LISBOA, Cidade Universitária
5/01/2009
4/26/2009
4/19/2009
4/09/2009
4/07/2009
COIMBRA, Quinta das Lágrimas

Espero sinceramente que o José Miguel Júdice tenha bom sentido de humor... Se não estou em sarilhos, pois fui-lhe embelezar a casa sem dar aviso! Mas este Pedro está mesmo à procura da sua Inês e como não procurá-la também em Coimbra, nas Lágrimas do primeiro Pedro e da eterna Inês?
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