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3/13/2010

areia nos rins!

Sinto que Deus me envia uma mensagem através da urina mais turva

3/11/2010

Este Pedro encontrou uma pedra nos rins...
oh fucking no!

E agora tenho de beber muita água...
será que posso acompanhá-la com whiskey?

2/11/2010

Finalmente estarão disponíveis os resultados do exame.
Seis meses depois... Será isto normal?

6/25/2009

Os resultados da Ressonância Magnética estarão disponíveis no início da próxima semana

6/19/2009

As primeiras imagens do meu cérebro em plena (dis)função...

Como é do conhecimento geral, a "Ressonância Magnética" é um método de diagnóstico que permite a visualização de órgãos ou tecidos. Em vez do tradicional Raio X, a "Ressonância Magnética" utiliza as interferências de ondas de radiofrequência com um potente campo magnético - não aconselhável a quem possua próteses ou implantes metálicos ou pacemakers...

Apesar do extremo nervosismo de que padeço face a exames médicos, não pude ser anestesiado, pois o efeito iria influenciar a actividade cerebral... Muito agradeço, portanto, a extrema paciência que o pessoal médico do Hospital da Cruz Vermelha teve para comigo, em especial à Dra. Lurdes Rosa.
É através desta maquineta que se realizam as "Ressonâncias Magnéticas". Foi-me explicado, tal como às crianças (pois tremia como varas verdes), que não há grandes diferenças de abordagem entre uma "Ressonância" e certos testes a que os cosmonautas são sujeitos. A dra. Lurdes revelou-se, então, simplesmente espectacular ao relatar (falsas ou verdadeiras...) todo uma antologia de estórias da aventura aeroespacial! Por incrível que pareça... serenou-me, realmente, os nervos!

Um grande bem haja!

6/18/2009

A ressonância magnética é já daqui a 3 horas...

6/17/2009

Um esclarecimento impõe-se!

Ao contrário de rumores e comentários nas caixas das postadas deste blog, o [meu] amor não será estudado como patologia clínica!

E, do mesmo modo que já afirmei preferir um bom astrólogo a um mau psicólogo, o inverso também será verdade. Não contem, portanto, comigo para uma qualquer satanização desta classe profissional já tão achincalhada por stand up comendians e outros que tais!

Na realidade, o que me foi proposto - e por mim aceite - foi um estudo relacional entre funções cognitivas disfuncionais e o potencial desenvolvimento de psicoses. Por respeito à verdade, não posso deixar de frisar como, os prometidos 20€ pagos por hora de exposição minha como case study, jogaram um papel não desprezável no meu súbito e voluntário impulso para auxiliar a ciência segura...

De qualquer modo, o quadro que me foi apresentado é o seguinte:

Por um lado o meu Q.I. foi avaliado em 134; por outro, sou incapaz de memorizar uma sequência de 4 números! Se assim não fosse, talvez tivesse mais uns grãozinhos no Q.I., uns parafusos na cabeça e o nº de tlm da Inês memorizado...

Atalhando! A interrogação científica que colocam é a de saber se haverá relação entre uma pessoa que apresenta um tal "desvio padrão" da média cognitiva e o desenvolvimento de patologias várias.

É claro! Não posso deixar de pensar como, pelos vistos, "Pedro procura Inês" será encarado como a potencial manifestação prática duma destas psicoses obsessivas de que tanto se fala na vida moderna. Mas, deixando de lado certos preconceitos esotéricos meus, forçado serei a concluir que, se assim for, sempre me irão ajudar, não é?

6/16/2009

Estou preocupado

Questionário

"Para melhor enquadramento psico-social do sujeito em estudo" - assim mesmo, neste vocabulário sinistro, me introduziram ao questionário respondido.

Estou sob estudo. Acham o meu caso fascinante. Teorizam que a minha procura por Inês é um caso extremo de negação: recuso-me a aceitar que Inês não me quer mais.

Falei com uma amiga que me explicou ao telefone:

"Para Freud, a negação é uma defesa contra realidades externas que ameaçam o ego mas, quando alguém está "em negação", esta a sabotar-se duplamente: sabota-se por covardia, ignorando o problema; sabota-se por auto-ilusão, fingindo que nem problema existe.

Trata-se dum sistema de estímulo enviesado, a pessoa nega a realidade porque, ainda que com o custo da sua integridade, considera ser menos doloroso a diluição da auto-consciência do que admitir o erro e pedir desculpa."

6/15/2009

Psicólogo rima com... astrólogo!
Desconcertante? Talvez não haja concerto possível
Porque é que a senhora minha mãe me levou ao psicólogo..?

Bem... há uns anos largos atrás, descobriu ela que fumava eu umas ganzitas... Foi o suficiente para, na geração dela, dispararem as sirenes de alarme e não fez por menos: psicólogo com o rebento .

Para lhe fazer a vontade, a ela, à minha mãe, predispus-me e lá fui eu: ao psicólogo da moda. Chamava-se João "Qualquer Coisa" e dava as suas consultas na mesma "cooperativa" de psicólogos na qual trabalhava aquele irmão dum ex-presidente da república

Minha mãe pagou 15 contos há 15 anos atrás e para quê? Para alguém com um diploma certificado me fizesse rigorosamente 4 perguntas, a saber:

1) Tinha eu namorada?
2) Estaria certo sobre as minhas orientações sexuais?
3) Teria amigos?

Como respondi afirmativamente às 3 perguntas iniciais, perplexo [assim realmente ficou], o psicólogo da moda colocou-me a derradeira e para ele desconcertante pergunta:

4) Porque fumava eu haxixe se tinha namorada, certezas sobre as minhas orientações sexuais e ainda amigos com quem conviver?

Respondi-lhe que fumava ganzas porque me dava gozo. Ele [ele psicólogo] não queria acreditar: teimou, insistiu, deu voltas e tornou a colocar a mesma questão de modos diferentes, pelo menos uma dúzia de vezes... E sempre lhe respondi eu da mesma maneira: "porque me dá gozo".

Com toda a sua "ciência" encartada e certificada (e sem a desculpa da "idade visto ter, na altura, 30 e poucos anos), apenas foi capaz de me levantar o seguinte diagnóstico: "muito inteligente, mas hedonista".
De tudo isto já sabiamos eu e a senhora minha mãe, mas foram necessários 15 contos por 15 minutos e quatro perguntas, para que soubesse ela, de "ciência segura", o que sempre, com alguma razão, suspeitara: "muito inteligente, mas hedonista". Minha mãe não sabia, na época, o significado da palavra "hedonista", mas logo ficou a compreender: por 15 contos em 15 minutos, foi a entrada mais dispendiosa do dicionário.
É claro que, no seu devido tempo, a senhora minha mãe me levou ao psicólogo. Pelo que, isto não será, propriamente, uma estreia

6/14/2009

Convidaram-me o cérebro para estudo, num módulo de psicologia experimental!

O extraordinário da notícia é que, ao invés de pagar por ajuda médica especializada, ainda vou receber 20€ à hora, por cada 60 minutos de ressonâncias electro-magnéticas e agulhas espetadas.

Parece pouco? É sensivelmente o dobro do que me pagam por ser guarda-livros... E estes, ao contrário da minha entidade patronal, sempre se preparam para se servir do meu cérebro!